Política
por Cauan Borges
borgesjornalismo2023@gmail.com
Publicado em 05/11/2026, às 14h10 - Atualizado às 14h14
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu uma homenagem dos trabalhadores do Palácio do Planalto nesta quinta-feira (5). Em seu retorno à sede do governo federal, o petista foi recebido com gritos de apoio, cantos de campanha e até ganhou uma caneca de presente de uma funcionária.
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Durante a recepção, os servidores se reuniram para cantar o jingle “Olê, olê, olê, olá, Lula”, tradicionalmente utilizado nas campanhas eleitorais do presidente. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, também participaram do encontro.
Nas redes sociais, Lula agradeceu a demonstração de carinho e destacou o significado do momento: “Hoje, fui recebido com muito carinho, emoção e esperança pelos trabalhadores e trabalhadoras do Palácio do Planalto”, escreveu.
Em outra publicação, o presidente afirmou que a recepção serviu como incentivo para a continuidade do trabalho no governo: “Esse abraço renova a minha força e a minha fé. Seguimos juntos, com o coração cheio de gratidão e a certeza de que ainda temos muito a fazer pelo nosso povo e pelo Brasil”, declarou.
Durante a reta final da campanha eleitoral e nas semanas posteriores à reeleição, Lula vinha concentrando seus despachos no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.
Além da agenda no Planalto, Lula tem uma reunião prevista para a manhã desta quinta-feira (5), no Palácio da Alvorada, com um grupo de conselheiros para discutir os rumos da economia brasileira durante seu quarto mandato. A informação foi divulgada pela coluna de Matheus Leitão, do Metrópoles.
Entre os convidados estão o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), derrotado na disputa pelo governo de São Paulo, o atual ministro da Fazenda, Dario Durigan, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o vice-presidente Geraldo Alckmin. O ex-ministro Guido Mantega também manifestou interesse em participar das discussões.
A intenção do presidente é encontrar alternativas para manter os benefícios sociais e, ao mesmo tempo, reorientar a trajetória da dívida pública, além de atrair investimentos estrangeiros voltados a soluções ambientais e geológicas.
Atualmente, a dívida pública brasileira ultrapassa 82% do Produto Interno Bruto (PIB), após registrar crescimento de aproximadamente dez pontos percentuais ao longo do atual mandato.
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