Entretenimento
Publicado em 26/05/2023, às 13h40 - Atualizado às 14h11 Maria Clara
Desde que Gugu Liberato faleceu, sua fortuna virou motivo de briga em sua família. No entanto, essa disputa pode chegar ao fim, já que na última segunda-feira (22), aconteceu a primeira audiência para determinar se Rose Miriam, mãe dos três filhos do apresentador, pode ser considerada companheira e ter direito ao patrimônio.
Bruna Rinaldi, advogada especialista em direito de família e sucessões, afirma que independentemente de Gugu ter deixado um testamento, 50% da herança para seus herdeiros diretos (os três filhos e, talvez, Rose, caso seja configurado sua união estável). A outra metade seria livre para que o famoso fizesse o que gostaria, chamada de 'parte disponível'. Desse montante, os filhos ficariam com mais 75% dos bens e os outros 25% seriam divididos entre seus cinco sobrinhos.
Sabendo disso, a advogada explica que caso Rose for considerada companheira do apresentador e de não existir um contrato determinando um regime de bens diferente do legal (que é o da comunhão parcial de bens), a divisão do patrimônio terá que passar por mais uma etapa: o valor dos bens que os dois ganharam juntos terá de ser avaliado, porque além de herdeira, ela se torna meeira, ou seja, dona de metade de tudo o que arrecadaram durante o relacionamento. Ou seja, se for considerado que esse R$ 1 bilhão foi constituído durante a união, ela recebe metade disso e pronto. A outra metade será dividida entre os filhos e conforme o que diz o documento
A outra possibilidade é a Justiça decidir que Rose não era a companheira de Gugu, a divisão de bens fica mais fácil e os únicos envolvidos serão os filhos do apresentador e seus sobrinhos. Ou seja, 50% fica com os filhos e o restante é dividido como ele deixou no testamento.
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