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Família de engenheiro espancado após ato pró-Lula autoriza doação de órgãos: 'Seria a vontade dele'

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Marcelo Oliveira Rocha foi brutalmente agredido após evento em apoio à reeleição de Lula, e sua família decidiu pela doação de órgãos.  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Redação BNews

por Redação BNews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 01/11/2026, às 16h35



A família do engenheiro ambiental Marcelo Oliveira Rocha, morto após ser agredido ao sair de um ato em apoio à reeleição do presidente Luiz Eduardo Lula da Silva (PT), em Santos, no litoral de São Paulo, no último sábado (24), autorizou a doação de órgãos do jovem.

O pai de Marcelo revelou à CNN que, apesar de nunca terem conversado sobre isso com o engenheiro, sabem que ele concordaria com a decisão.

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"A decisão foi de todos da família, pois ele era tão bom que, de onde ele estiver, seria a vontade dele também, de ajudar o próximo", disse.

Ainda segundo o pai, foram considerados úteis para doação o rim, pâncreas, fígado e as córneas, que ajudaram quatro pessoas que aguardavam transplantes.

Relembre o caso

Marcelo participava de uma apresentação da Banda Esquerdantina, em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na Avenida Conselheiro Nébias, em Santos. Em determinado momento, ele se afastou dos amigos para ir ao banheiro, mas não retornou.

Preocupados com a demora, os colegas começaram a procurá-lo nas proximidades, até que encontraram o engenheiro desacordado em uma esquina.

Ele recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi levado à Santa Casa de Santos, onde permaneceu internado até a confirmação da morte.

Dois adolescentes suspeitos de envolvimento no crime foram apreendidos pela polícia. Segundo as investigações, cinco adolescentes e dois adultos já foram identificados.

Após a morte, o caso passou a ser investigado como latrocínio (roubo seguido de morte). A família de Marcelo aponta uma possível motivação política e homofóbica para a agressão.

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